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língua destravada
Dança com Música ao Vivo
de Ana Borges / VAIVÉM INSUFLÁVEL companhia satélite da corpodehoje

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oficina com comunidade
Ter. 24 Fev 2026
17h30
Barreirinha Bar-café / Funchal

Círculo de Trava-Línguas e outras formas de Património Imaterial
Sab. 28 Fev 2026
14h00
(Foyer) Teatro Baltazar Dias / Funchal

espectáculo
Classificação etária | M/4 // Duração | 55’
Sab. 28 Fev 2026
17h00
Teatro Baltazar Dias / Funchal


língua destravada é uma abordagem orgânica que reaviva formas ancestrais, partindo do desafio lançado por Tiago Pereira (A Música Portuguesa a Gostar dela Própria), a Ana Borges, para trabalhar a partir dos Trava-Línguas do Algarve. língua destravada é uma Homenagem às mulheres do Algarve, as maiores transmissoras de todo o saber ancestral de jogos de palavras, criando mesmo palavras novas que hoje já não se conhece significados, tornando os seus ritmos e sonoridades muito peculiares. A transmissão oral que acontecia aos serões em ambiente familiar, e no ambiente de trabalho colectivo, desapareceu. Reavivamos assim formas de dizer palavras que já nem sabemos o significado e que ganham um ritmo e velocidade que nos entusiasma.

sinopse

Como as mulheres brincavam com as crianças, fazendo-as voar com as palavras ditas entre “gargalhopes gericopes de saias bilradas”, perpetuamos a preciosidade dos Trava-Línguas do Algarve, numa abordagem contemporânea, orgânica, pelo corpo. língua destravada, faz nascer a dança em ligação com a voz e a música, partindo dos ritmos dos Trava-Línguas, esta inspiradora forma métrico/afectiva ancestral. É necessário criar momentos de aculturação da própria cultura a que se pertence.

ficha técnica e artística
Concepção, direcção artística e Coreográfica | Ana Borges
Direcção Musical | Carlos Norton
Temas musicais originais a partir do Património Imaterial do Algarve | Ana Borges
Intérpretes_dança | ananeto, Cláudio Vidal, Janice Palma, e Marlene Vilhena
Intérpretes_música | Ana Borges, António Bento, Élton Mota, Gonçalo Castro e LEON
Intérpretes dança, música e voz_comunidade | Artur Borges Duarte, Frederica Gomes e Lia Lapa
Participação Especial_anciã/ão guardiã/ão do Património Imaterial do Algarve| Daniel Vieira e Sofia Silva
Figurinos | Ana Baleia
Assessoria para Figurinos | Henrique Ralheta
fotografia | Ludovico Silva e Di Ramos/ Calliope
Desenho de Luz | Jorge Pereira // operação de Luz | Tiago Gandra
Desenho e operação de Som | Ricardo Branco
Produção | corpodehoje
Apoio à criação | República Portuguesa/ Direção-Geral das Artes
Co - Produção | Cine-Teatro Louletano/Município de Loulé e Centro Cultural de Lagos/ Municípios de Lagos
Apoio à Circulação | Fundação GDA
Parcerias | A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria, APEO – Associação Pesquisa Estudo Oralidade, Fungo azul e Loulé Criativo

Apoio logístico à Circulação | Palácio Gama Lobo/Município de Loulé, Café Calcinha e restaurante O Pescador

Biografia_Ana Borges
É Licenciada pela Escola Superior de Dança e formada pelo Fórum Dança. Trabalha enquanto Coreógrafa, Actriz, Intérprete de Dança Contemporânea e professora de dança, Contacto – Improvisação, Composição Coreográfica e de Movimento para Actores. Das suas criações coreográficas, destaca Flor de Aço, Quero-te-me no teu Bolso, hOPPERhOPE, Pickles de chocolate, Pestanejar, Abel e Amália, língua destravada.
Trabalhou com diferentes coreógrafos/as e Pedagogos/as, nomeadamente, Nigel Charnock, Dieter Heitkamp, Howard Sonnenklar, Antonio Carallo, Ludger Lamers, Hiroko Nishikawa, Hillel Kogan, Wil Swanson, Marion Gough, entre outros. Foi colaboradora do Serviço Educativo da Culturgest, Lisboa. Desde 2004, concebe e desenvolve diferentes oficinas, das quais resultam performances/instalações para diferentes espaços não convencionais, como são exemplo, interferências e infiltrações. Desenvolve o conceito de "visita dançada"a exposições de arte, que intitulou de a arte mexe comigo, que apresentou na Cultugest/Lisboa, CAMB/Lisboa, Museu Municipal Santos Rocha/Figueira da Foz, Palácio da Galeria/Tavira e Centro de Arte Contemporânea da Fortaleza de Sagres. Entre outubro de 2011 e novembro de 2013, coordenou a Escola de Artes do CAE – Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (área dança e cruzamentos disciplinares) e concebeu, programou e coordenou, o Programa de Residências de Criação Artística. Desde 2018, programa e dirige artisticamente, o CORPO DE HOJE Festival de Artes Performativas e ESPIRRO festival de artes para a infância e juventude. Em 2008 criou a corpodehoje – associação cultural, na qual desempenha o cargo de Presidente da Direcção e assume a Direcção Artística. É membro fundador do colectivo de música improvisada desdobrável. É autora e intérprete do projecto de composição em tempo real e improvisação, palcos aleatórios_random stages {ou a urgência de (me) mover por aí}. Assina ananeto, enquanto performer. 

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